Em que uma quarentona vê a série do momento, mas sem titilação. Inclui ainda funerais, vestidos, mas não aquele, equivalências à medida e uma banquinha para o recrutamento de jovens fascistas.
Não me senti mãe deles, talvez porque a minha filha ainda é um bebé e lá para o terceiro episódio até estava um pouco viciada na série, que é paupérrima, diga-se. Mas essa questão deixou-me indignada. A série do momento young adult romantiza e glorifica uma relação tóxica?? Qual é a lógica. Já ninguém tem ou devia ter paciência para bad boys. No final, que foi o episódio que me irritou mais, ficam juntos porque o outro se redime por artes de magia, é mesmo série para gajas hetero.
Eu só cheguei ao penúltimo episódio, mas a redenção já estava anunciada e pensei exactamente o mesmo. Ainda por cima, não era mesmo uma oportunidade para mostrar umas masculinidade diferente?
Isto é um poke bowl de reflexões insonofebris maravilhosas, Rita. Obrigada. Vou ter de ir ver o vestido da primeira-filha, nem reparei, quando os meus olhos bateram nas primeiras fotografias e respetivos comentários às mesmas.
Eu adorei, lembrou-me pessoas muito próximas que ainda não são completamente assumidas e a quem desejo muito um final feliz. Gostei que, no fim, não houvesse drama, nem cobranças. Mas sei que sou completamente fácil para histórias românticas, até os filmes de Natal da foxlife vão se estiver no mood.
Não me senti mãe deles, talvez porque a minha filha ainda é um bebé e lá para o terceiro episódio até estava um pouco viciada na série, que é paupérrima, diga-se. Mas essa questão deixou-me indignada. A série do momento young adult romantiza e glorifica uma relação tóxica?? Qual é a lógica. Já ninguém tem ou devia ter paciência para bad boys. No final, que foi o episódio que me irritou mais, ficam juntos porque o outro se redime por artes de magia, é mesmo série para gajas hetero.
Eu só cheguei ao penúltimo episódio, mas a redenção já estava anunciada e pensei exactamente o mesmo. Ainda por cima, não era mesmo uma oportunidade para mostrar umas masculinidade diferente?
Isto é um poke bowl de reflexões insonofebris maravilhosas, Rita. Obrigada. Vou ter de ir ver o vestido da primeira-filha, nem reparei, quando os meus olhos bateram nas primeiras fotografias e respetivos comentários às mesmas.
É maravilhoso, uma pessoa vai a ver e não dá nada por ele, mas depois é perfeito em cada detalhe. Vale bem pelo menos uma prestação da casa.
Eu adorei, lembrou-me pessoas muito próximas que ainda não são completamente assumidas e a quem desejo muito um final feliz. Gostei que, no fim, não houvesse drama, nem cobranças. Mas sei que sou completamente fácil para histórias românticas, até os filmes de Natal da foxlife vão se estiver no mood.
Oh, tão bonito. Também não fui insensível a essa parte do coming out - se calhar vou ter de ver o resto.
Acho que vale a pena, o último episódio tem outro tom.
Em minha defesa, no livro eles nasceram em 93. 🫣
😂